domingo, 14 de junho de 2009

LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO: UM CASO A QUESTIONAR

LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO: UM CASO A QUESTIONAR (ACRESCENTADO)

(ACRESCENTADO E DEFINITIVO, DOA EM QUEM DOER! PODE ROER AS UNHAS, CERRAR OS DENTES OU MORDER A LÍNGUA! A VERDADE, QUANDO VÊM À TONA, CAUSA ESTRESSE, MAS LOGO ISSO PASSA!)

Na verdade que eu sou mais estúpido do que ninguém; não tenho o entendimento do homem; não aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do Santo. Quem subiu ao céu e desceu? quem encerrou os ventos nos seus punhos? mas amarrou as águas no seu manto? quem estabeleceu todas as extremidades da terra? qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho? Certamente o sabes! Toda palavra de Deus é pura; ele é um escudo para os que nele confiam. (Livro de Provérbios).

O Livro de Cantares ou Cântico dos Cânticos, de autoria atribuída ao Rei Salomão, é considerado por cristãos e protestantes como sendo inspirado por Deus, inquestionavelmente.

Toda palavra de Deus é pura, mas temos que discernir o que é e o que não é palavra de Deus.

Assim como o Livro de Ester, Cantares de Salomão também não cita o nome de Deus.

O Livro de Cantares nem mesmo consta no grupo dos livros poéticos do Cânon hebreu. A separação dos livros dá-se em três partes, da seguinte forma:

I – Lei, ou Pentateuco, em cinco livros: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.

II – Profetas: os primeiros, Josué, Juízes, Samuel e Reis, e os últimos, Isaías, Jeremias, Ezequiel e os doze (profetas menores).

III – Escritos, ou Hagiógrafas: 1) Três livros poéticos: Salmos, Provérbios e Jó; 2) Cinco rolos: Cânticos (Cantares), Rute, Lamentações, Eclesiastes e Ester; 3) Três livros: Daniel, Esdras-Neemias e Crônicas.

O título em hebraico é Shir ha-shirim, isto é, Cântico dos Cânticos, ou cântico incomparável.
No Livro de cantares, o acréscimo “de Salomão” não consta no original. E a trama desse romance parece ser uma montagem, porque se misturam parte desse caso amoroso com partes de outros casamentos de Salomão, com outras esposas.

Os judeus possuem uma tradição de ler trechos do Livro de Cantares durante a festa da Páscoa, como referência ao Êxodo. Mas, isso faz parte da tradição cultural deles, não porque o livro seja realmente inspirado. Aliás, dizem que o costume de ler os Cânticos de Salomão foi porque o referido livro foi aclamado (ou recebido da parte de Deus) como sagrado justamente nos festejos da Páscoa.

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Ora, a erudição religiosa judaica rejeitou certos livros considerados apócrifos (não inspirados, proibidos, separados), e não os incluiu no Cânon das Escrituras Sagradas. Um exemplo é o Livro de Enoch. Também rejeitaram os escritos neotestamentários de Paulo, e até mesmo os Evangelhos.

Então, não vamos rejeitar também os escritos do Novo Testamento simplesmente porque os judeus os rejeitaram; da mesma forma, não deveríamos rejeitar o Livro de Enoch simplesmente porque os judeus não o incluíram em seu Cânon Sagrado.

No entanto, além dos 7 livros apócrifos inserido no Cânon da Igreja Católica Romana (Bíblia Católica), existem polêmicas quanto ao Livro de Cantares de Salomão, o Livro de Ester, partes do Livro de Daniel, Epístola de Tiago e o Livro do Apocalipse.

A maioria dos novos teólogos lê os livros da Bíblia com pensamentos preconcebidos, depois de terem lido interpretações tendenciosas de outros autores de renome. Bitolam-se em ensinos teológicos arcaicos, preconceituosos, e quando lêem os livros da Bíblia, simplesmente não conseguem ver nada de novo, não conseguem ter opinião própria, porque os “doutores” já disseram que é assim, que é assado... Só que eles esquecem que esses “doutores” (pais da igreja) também tiveram idéias preconcebidas, preconceituosas e tendenciosas. Historicamente o povo cristão católico e os protestantes sempre agiram com atitudes preconcebidas, preconceituosas em relação ao povo judeu, e foram responsáveis pela morte de milhões de judeus durante a Era Cristã. Até mesmo no século XX houve maciça perseguição contra os judeus. Atualmente, algumas igrejas protestantes tentam se redimir do grave erro, demonstrando carinho e atenção pelo povo judeu; algumas fazem orações e intercessão por esse povo; outras chegam a ostentar a bandeira de Israel nos púlpitos dos templos. Só falta agora cantar o hino nacional de Israel. Para esses, que acham que são o “Israel Espiritual”, existe até uma advertência no Livro de Apocalipse:

"Conheço a tua tribulação e a tua pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que dizem ser judeus, e não o são, porém são sinagoga de Satanás” (Apoc. 2:9).

“Eis que farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não o são, mas mentem, eis que farei que venham, e adorem prostrados aos teus pés, e saibam que eu te amo” (Apoc. 3:9).

Note que nestes dois versículos Jesus se expressa como se estivesse falando com uma igreja composta por judeus. E é, realmente, o que esta passagem quer transmitir. Então, não adianta os gentios ostentarem orgulho, e achar serem melhores e mais importantes que os judeus.

Paulo disse, no capítulo 11 da sua Carta aos Romanos, que o que foi enxertado na Videira não é maior do que os ramos verdadeiros. Jesus é a Oliveira, a Videira Verdadeira. Os judeus são os ramos e nós, gentios, somos filhos adotivos (enxertados). E está mais do que claro que a salvação vem dos judeus.

“Logo, pergunto: Porventura tropeçaram de modo que caíssem? De maneira nenhuma, antes pelo seu tropeço veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação (rivalidade, soberba). Ora se o tropeço deles é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude! Mas é a vós, gentios, que falo; e, porquanto sou apóstolo dos gentios, glorifico o meu ministério, para ver se de algum modo possa incitar à emulação (rivalidade) os da minha raça (judeus) e salvar alguns deles. Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos? Se as primícias são santas, também a massa o é; e se a raiz é santa, também os ramos o são. E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado no lugar deles e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. Dirás então: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu pela tua fé estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme; porque, se Deus não poupou os ramos naturais, não te poupará a ti”.

O Livro do Apocalipse está mais para os judeus, que para nós, gentios. Parte dos dois últimos capítulos desse livro retratam claramente o que está profetizado nos capítulos 40 a 48 do Livro de Ezequiel.

O preconceito dos cristãos contra os judeus foi tamanho, que chegou até mesmo a influenciar a própria Teologia Católica e Protestante. Um caso que posso citar é quanto à questão do selamento dos 144 mil judeus salvos, descritos no capítulo 7 de Apocalipse. A interpretação dos teólogos gentios foi tão tendenciosa, que até hoje se concebe que esses 144 mil judeus salvos serão os pregadores do Evangelho do Reino durante a chamada “Grande Tribulação”, e que inclusive poderão morrer como mártires. Esse tipo de interpretação é puro absurdo, além de ser totalmente tendencioso e preconceituoso. No livro de Apocalipse não se fala de arrebatamento de crentes gentios. O único arrebatamento (selamento) de que se fala são dos 144 mil judeus. O número 144 é múltiplo de 12. E 12x12 é 144. Os números 12 e 144 estão relacionados à Cidade Santa, a Nova Jerusalém. Portanto, isso indica que os judeus selados, serão arrebatados para habitar na Cidade Santa. Se você quiser saber o destino dos 144 mil judeus selados, leia o capítulo 14 de Apocalipse.

“Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor, para que descansem de seus trabalhos, pois as suas obras os acompanham”.

Estes, sim, são os crentes gentios que morrerão como mártires.

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Agora, voltando ao assunto do livro de Cantares, quero salientar que é dificílimo interpretar um livro quando não se tem uma base cultural da língua em que o mesmo foi escrito ou do povo para o qual o livro foi designado. Sei que existem teólogos que batem no peito, e afirmam que entendem de tudo sobre o Livro de Cantares, e muitas das vezes, nem mesmo entendem bem de gramática da Língua Portuguesa, que dirá da língua hebraica! Porém, se você se bitolou em idéias tendenciosas de outros autores a respeito desse livro, você poderá ler 50 vezes o livro, mas não o compreenderá, simplesmente porque você o lê de olhos vendados.

O Livro de Cantares é um poema lírico, onde se observa muita ênfase ao erotismo, isto é, ênfase ao amor carnal. Escrito poeticamente em forma de canto, é uma verdadeira peça teatral, onde vários personagens participam da trama, dialogando em forma de canto. O tema do livro é o “amor” (8:5-7). Contém, realmente, belíssimos versos de amor e erotismo. Porém, o problema é que o pretendente do drama está a seduzir a pessoa errada, uma garota, adolescente. É de grande valor cultural para os judeus, mas tem algo de estranho no mesmo. Se não, vejamos.

“Teve Salomão uma vinha em Baal-Hamom; arrendou essa vinha a uns guardas; e cada um lhe devia trazer pelo seu fruto mil peças de prata”. (Cant. 8:11).

Foi nessa bendita vinha que começou a história da sedução da menor. Se este drama foi baseado em fato fictício há de se questionar; mas se foi um fato verídico há de se questionar mais ainda, visto ter sido o envolvimento do homem mais sábio do mundo com uma garota adolescente e, além disso, por ter sido um romance proibido, que no final de tudo nem mesmo se consumou o casamento.

Participam do drama a menina adolescente (a sulamita ou sunamita, de nome Abisague), o pretendente (amante, sedutor), as “filhas de Jerusalém”, os irmãos da jovem e um narrador, que de vez em quando interrompe o cântico e faz algumas observações.

Sei que na cultura antiga dos hebreus não acontecia casamento de uma adolescente em idade precoce com um homem adulto, como acontece na cultura árabe, onde o casamento é arranjado e só consumado com o pagamento do dote.

Na cultura hebraica antiga a filha mais nova não podia casar-se antes da mais velha. E a maior idade para o homem era 30 anos. Podemos observar que os patriarcas bíblicos contraíram esposas quando estavam com idade entre 30 e 40 anos. Depois que o povo passou pelo cativeiro persa e babilônico, a população dos hebreus foi reduzida drasticamente. Os rabinos, responsáveis pela tradição oral da Toráh, determinaram a idade mínima para contrair matrimônio: os jovens, entre 17 e 18 anos; as moças, entre 13 e 14 anos. No final do século II (era Cristã), os rabinos judeus resolveram escrever os ensinamentos da Toráh que eram transmitidos oralmente. Esses ensinamentos orais deram origem ao Talmud, que é a tradição oral da Toráh, transcrita para o papel. Depois do século XIX, a idade mínima para os jovens hebreus contrair matrimonio foi alterada novamente.

Para os teólogos judeus, o Cântico dos Cânticos retrata o amor íntimo entre Israel (a moça jovem) e Jeová (o pretendente). Já os teólogos cristãos e protestantes espiritualizam demasiadamente o romance, e chegam a afirmar que o drama vivido no livro retrata o amor íntimo entre a Igreja (a noiva) e o seu amado, Jesus Cristo (o noivo). Essa última comparação é a pior de todas. O único amor que deve ser expresso entre Cristo e sua Igreja é o amor ágape, não este amor lascívio.

Dizem alguns eruditos que a prova da inspiração divina de um livro do Antigo Testamento é quando ocorre a sua citação nos livros do Novo Testamento. No entanto, existe alguma citação de trechos do Livro de Cantares em algum dos livros neotestamentários? Pelo que eu saiba, não existe.

“Os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, e me puseram por guarda de vinhas; a minha vinha, porém, não guardei” (Cant. 1:6b).

Neste trecho vemos claramente que a garota era de idade inapropriada para casamento, e os irmãos, para protegê-la do sedutor, a colocavam para tomar conta da vinha, de forma que ficasse ocupada, longe da vista do amante. Porém, ela fugia da vinha. E, em outros momentos, o sedutor adentrava também na vinha, à sua procura, e lá ocorria parte do enredo romântico e erótico retratado nos cânticos.

“Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales. Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha amada entre as filhas". (Cant. 2:1-2).

Quantos crentes leigos, inclusive pastores, não vi lendo estes versículos, acima, imaginado estar falando de Jesus Cristo! Pois, é a sunamita a Rosa de Sarom, e não o noivo. Portanto, quem lê Cantares na igreja deve saber interpretar texto e conhecer um pouco de gramática.

“A voz do meu amado! eis que vem aí, saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros. O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, lançando os olhos pelas grades. Fala o meu amado e me diz: Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem” (Cant. 2:8-10).

Nesta parte vemos que o sedutor chega escondido à vinha e seduz a jovem.

Alguns eruditos chegam a enfatizar o caso, afirmando que o rei Salomão visitava a vinha disfarçadamente para se encontrar com a jovem sunamita. Mas, será que o rei Salomão se daria a esta baixaria? Além do mais, a jovem era uma plebéia, de Suném ou Sulém.

Alguém disse, também, que o romance entre Salomão e a Sunamita se deu enquanto era jovem, antes de ser rei. Mas, se observarmos bem, no próprio livro é dito quantas esposas e concubinas ele possuía na época desse romance: 60 rainhas (esposas), 80 concubinas e virgens sem número (Cant. 6:8). Só de rainhas e concubinas somavam 140, além das virgens, com quem ainda não havia casado.

“De noite, em meu leito, busquei aquele a quem ama a minha alma; busquei-o, porém não o achei. Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade; pelas ruas e pelas praças buscarei aquele a quem ama a minha alma. Busquei-o, porém não o achei. Encontraram-me os guardas que rondavam pela cidade; eu lhes perguntei: Vistes, porventura, aquele a quem ama a minha alma? Apenas me tinha apartado deles, quando achei aquele a quem ama a minha alma; detive-o, e não o deixei ir embora, até que o introduzi na casa de minha mãe, na câmara daquela que me concebeu” (Cant. 3:1-4).

Aqui a jovem diz que saiu desesperada, à noite, a procura de seu amado. Cansou-se de procurar, até que o encontrou. Levou o amante para sua casa, e adentrou com o mesmo no leito próprio de sua mãe.

“Saí, ó filhas de Sião, e contemplai o rei Salomão com a coroa de que sua mãe o coroou no dia do seu desposório, no dia do júbilo do seu coração” (Cant. 3:11).

Salomão teve 700 mulheres princesas e 300 concubinas. Esse desposório de que fala o texto acima não se refere a esta jovem menor de idade. Desposório é promessa de casamento, é noivado. Não se trata, também, da primeira pretendente de Salomão, como muitos poderiam pensar; porque isso seria forçar a uma interpretação tendenciosa.

Alguns eruditos afirmam que, apesar das 1000 mulheres que Salomão teve, apenas uma era a sua preferida: a sulamita, retratada neste romance (6:13). Porém, esta sulamita não tem nada a ver com esposa, noiva ou concubina. É impossível que, de 1000 mulheres, apenas uma fosse a preferida. A forçação de barra é tamanha, que só faltam dizer que, apesar de Salomão ter 1000 mulheres, apenas uma era sua verdadeira esposa, simplesmente querendo justificar a espiritualização ou sacralização do texto.

O próprio enredo sugere também que Salomão tinha apenas uma preferida entre todas. Mas isso não condiz com a realidade. Isso é possível em contos românticos, mas não na vida real. Como centenas de mulheres permitiriam o marido ter preferência apenas por uma dentre elas? Na verdade, este caso da sulamita é um caso à parte; é uma paixão doentia, por uma jovenzinha bela e formosa. Os homens sempre foram fascinados por moças jovens, virgens e formosas desde o início do mundo. Até mesmo o rei Davi, já velho, prestes a morrer, os seus amigos lhe trouxeram uma bela jovem, bonita e formosa para dormir com ele no seu leito. O prazer de ver uma jovem linda e formosa despida era melhor do que receber os cuidados de uma esposa amável e experiente.

“Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, e virgens sem número. Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada; ela é a única de sua mãe, a escolhida da que a deu à luz. As filhas viram-na e lhe chamaram bem-aventurada; viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na” (Cant. 6:8-9).

Apesar de no quarto capítulo o cântico se referir a “véu” e “minha noiva”, o contexto nos mostra que a narrativa não se trata de uma cerimônia de casamento. Além do mais, o verso 16 deixa claro o local onde se dava a cena: “Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, espalha os seus aromas. Entre o meu amado no seu jardim, e coma os seus frutos excelentes!” Repare, também, que a moça é chamada poeticamente de “jardim fechado”, fazendo referência ao local onde se encontravam.

No quinto capítulo é retratado novamente o drama da vinda escondida do sedutor, à noite, e do seu desaparecimento repentino, sem despedida, que leva a jovem “seduzida” ao desespero. Se o sedutor fosse realmente o seu noivo, não haveria motivos para esse desespero. Isso só ocorre quando a sedução é proibida e escondida.

“Encontraram-me os guardas que rondavam pela cidade; espancaram-me, feriram-me; tiraram-me o manto os guardas dos muros” (Cant. 5:7).

Como poderiam os guardas maltratar a moça, sabendo que era noiva do Rei Salomão?
O próximo trecho mostra-nos que a sulamita não era noiva coisa nenhuma, mas apenas uma jovem adolescente que fora seduzida por um amor impossível.

“Ah! quem me dera que foras como meu irmão, que mamou os seios de minha mãe! quando eu te encontrasse lá fora, eu te beijaria; e não me desprezariam!” (Cant. 8:1).

Beijar o próprio irmão não era coisa indecorosa; beijar o noivo até poderia ser tolerado. Mas beijar um homem que não fosse reconhecidamente seu noivo seria algo digno de repúdio.

“Debaixo da macieira te despertei; ali esteve tua mãe com dores; ali esteve com dores aquela que te deu à luz”. (8:5b).

Neste trecho, mais uma dica do local dos encontros.

Agora, no desfecho final é descrito a idade da jovenzinha pelos seus próprios irmãos.

“Temos uma irmã pequena, que ainda não tem seios (ISTO É, QUE AINDA NÃO TEM OS SEIOS TOTALMENTE FORMADOS); que faremos por nossa irmã, no dia em que ela for pedida em casamento? Se ela for um muro, edificaremos sobre ela uma torrezinha de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro”. (Cant. 8:8-9).

Poderíamos forçar a interpretação e afirmar que essa “irmã pequena” trata-se da irmã menor da sulamita. Mas, o verso 10 revela quem é essa “irmã pequena”: a própria sulamita.

Imaginam que “dei um tiro pela culatra” ao fazer tal declaração! Imaginação fértil, não?! Para toda afirmação que parece ser absurda deve haver uma explicação.

No entanto, a interpretação corriqueira é a de que essa “irmã pequena” seria uma outra irmã da sulamita, cuja preocupação dos irmãos agora seria dobrada, a fim de protegê-la e não deixá-la ser mal-falada perante a comunidade.

Se o livro de Cantares é uma montagem, para muitos desatentos ela é tão perfeita que algumas incoerências passam despercebidas; para o bom investigador, porém, há muitas brechas que evidenciam alguma imperfeição da obra.

A SULAMITA NÃO TINHA UMA IRMÃ PEQUENA, PORQUE ELA ERA FILHA ÚNICA, por isso, sua mãe e seus irmãos a protegiam com tanta preocupação.

“Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada; ela é a única de sua mãe, a escolhida da que a deu à luz” (Cant. 6:9a).

Em algumas versões o texto diz “a predileta da que a deu à luz”. Porém, subentende-se que ela era “única” no sentido de ser só ela do sexo feminino, e não porque era a “queridinha” de sua mãe.

Uma coisa deve ficar clara: Este Livro de Cantares de Salomão tem, sim, grande valor cultural e literário. Porém, do ponto de vista espiritual não tem muito valor. Se for retirado este livro do rol dos livros sagrados, não fará nenhuma falta. Se ele está inserido na Bíblia, deve ser porque tem algum valor espiritual. Mas fica difícil determinar que tipo de valor espiritual deve ser ensinado com este romance (se é que me entendem). Pelo menos para os casais deve ter o seu valor, como a valorização do relacionamento matrimonial monogâmico. Mas questiono: como valor de relacionamento matrimonial monogâmico, se o contexto da história é relacionado com um noivo polígamo? Se ainda insistir, deve haver algum valor espiritual, mas não entre Cristo e sua Igreja ou de Israel e Jeová.

Talvez o Livro de Cantares tenha sido tão aplaudido pelos hebreus porque naquela época não havia nenhum romancista conhecido que fizesse semelhante obra. Para os hebreus daquela época, um romance dessa natureza era considerado uma relíquia. Porém, se o surgimento desse livro tivesse acontecido nos dias atuais, não passaria de mais um dos belos romances que de vez em quando são lançados.


Concluindo, essa sulamita não pode ser retratada como a nação de Israel, a noiva de Jeová, porque esta nação está mais para prostituta que para moça pura e recatada. Israel é tratado na Bíblia como uma mulher prostituta. Para saber mais sobre esta condição basta ler o Livro do profeta Oséias.

Quanto à interpretação cristã, de que a sulamina é uma representação da Igreja de Cristo, a noiva, também não convém. É interpretação forçada, para tentar encaixar uma coisa absurda com o contexto do Novo Testamento. Israel continua sendo a menina dos olhos de Jeová, e não nós, os gentios.

Trazendo o drama do Livro de Cantares para os dias atuais, poderíamos até afirmar que esse cântico retrata o perfil de um pedófilo, que dentre centenas de mulheres, prefere uma jovem adolescente, que não tinha nem os seis formados.

FIM (1)

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Não pesquisei muito a respeito das opiniões dos eruditos sobre o Livro de Cantares de Salomão. Mas, se alguém quiser ler algo mais a respeito desse livro, deixo aqui alguns sites:

PARA LER DISCUSSÃO INFRUTÍFERA

http://www.lideranca.org/cgi-bin/index.cgi?action=forum&board=teologia&op=display&num=1534

COMENTÁRIOS

http://www.jornaldosamigos.com.br/cantares_de_salomao.htm

http://ministeriocesar.blogspot.com/2009/06/voce-conhece-biblia-cantares-de-salomao.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2ntico_dos_C%C3%A2nticos

O MELHOR COMENTÁRIO SOBRE OS CÂNTICOS

http://www.teologiaclub.com/canticos.htm
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Acrescento, ainda, três opiniões a respeito do Livro Cântico dos Cânticos:

“Salomão foi visitar sua vinha no norte e lá conheceu uma donzela Sulamita (de Sulém). Bela e gentil, ele se apaixona. Como ela não o quer de início, ele volta mais tarde disfarçado de pastor e a conquista. Depois volta e a leva para Jerusalém, onde se casa com ela e a transforma em rainha”. (Dr. Hass, escritor).

Será que Salomão transformou uma camponesa, plebéia, em rainha?

“Salomão se apaixona por Abisague, a moça formosa de Sulém (1 Rs 2.13-25), antes de ser rei, quando a viu no palácio de seu pai Davi; não se casou com ela por ser plebéia e camponesa, daí idealizou em sua mente um romance ideal”. (Ocir de Paula Andreata, psicólogo).

Como um polígamo poderia escrever sobre pureza monogâmica?

E por último, palavra do rabino Akba:

"Nenhum homem em Israel jamais tem contestado que o Cântico de Salomão não profana as mãos. Porque no mundo inteiro não existe nada a igualar o dia no qual o Cântico de Salomão foi dado a Israel. Todos os escritos são santos, mas o Cântico dos Cânticos é Santíssimo...." (MISHNA YADAIM 3.5).

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COMENTÁRIO DO CONCISO DICIONÁRIO BÍBLICO A RESPEITO DO LIVRO “CÂNTICO DOS CÂNTICOS”, DE SALOMÃO.

<< CÂNTICO DE SALOMÃO, o cântico incomparável. O acréscimo “de Salomão” não consta no original. Amor é o tema do livro (8:5-7); se, porém, esse amor deve ser considerado como humano, ou como símbolo do amor de Jeová e seu povo Israel, ou de Cristo e sua Igreja, é de fato o problema que deixa perplexos os críticos da Bíblia. A última opinião é a dos teólogos da igreja primitiva, e opiniões semelhantes se mantêm nos tempos modernos. Muitos acham que o livro seja uma série de cânticos de amor, “pérolas formosas no mesmo fio”; a observação nos costumes de casamento na Síria sugere uma teoria a respeito daquilo que constitui esse fio. Nos sete primeiros dias da vida conjugal (REPERE QUE NÃO SÃO DIAS DE NOIVADO – GRIFO MEU) o jovem par é tratado como rei e rainha. No dia do casamento, a noiva dança (cf. 6:13) enquanto os espectadores louvam-na com cânticos (cf. 7:1-7). Durante os dias restantes, cânticos semelhantes são cantados, nos quais o esposo louva sua esposa (cf. 4:1-7) e vice-versa (cf. 5:2-16 ou, pelo menos 10-16). No dia seguinte ao do casamento, o casal é homenageado e entronizado numa espécie de trenó, usado para debulhar cereais. O trono é todo atapetado e cheio de almofadas (cf. 3:6-11). Presume-se que o noivo é comparado a Salomão, o maior rei conhecido até então, enquanto a noiva se chama Sulamita (MAS ESTE NÃO É SEU NOME PRÓPRIO, POIS É UM ADJETIVO PÁTRIO – GRIFO MEU) (cf. 6:13), isto é, Abisague, a sunamita (Suném é o mesmo lugar que Sulão), a moça mais formosa em Israel (MAS NÃO ERA HEBRÉIA, ERA UMA PLEBÉIA – GRIFO MEU) (I Reis 1:3,4; cf. Cant. 1:8; 5:9; 6:1). As “filhas de Jerusalém” são as moças da aldeia que prestam homenagem a rainha, enquanto os sessenta valentes (3:7) são os amigos do noivo. (Sansão teve somente trinta companheiros, Jui. 14:11). Sob essa teoria, o livro nos revelaria algo da vida doméstica de Israel (OU DOS SÍRIOS? – GRIFO MEU) e seria um quadro paralelo ao idílio de Rute (MAS NÃO TEM NADA DE IDÍLIO, NÃO – GRIFO MEU). Seu tema seria o amor conjugal.

Talvez o Cântico ainda não tenha divulgado o seu segredo. Seja qual for a idéia do livro, é impossível que se não sinta o encanto da sua poesia e o intenso amor para com a natureza, que nele sobressai. O poeta aprecia a natureza na sua vida renovada da primavera, quando a terra está radiante de flores e a atmosfera impregnada de perfume (2:11-13). Os encantos da natureza são aumentados pela variedade da vida animal na terra: as pombas arrulhando nas fendas dos penhascos ou se assentam junto as correntes das águas (2:14; 5:12); as ovelhas que sobem do lavadouro brancas como a neve, e as cabras que pastam no monte Gileade (4:1; 6:5); as gazelas que pulam nas colinas e se apascentam entre os lírios (2:9; 4:5); as raposinhas “que fazem mal às vinhas” (2:15); até os mais temíveis leões e leopardos que têm suas moradas nos montes (4:8). (LEMBRE-SE QUE ESTA PARTE É APELO TEOLÓGICO, APOLOGÉTICO, PARA DAR SENTIDO PELO MENOS DE VALOR MATERIAL AO LIVRO – GRIFO MEU). >>

FIM (2)

sábado, 16 de maio de 2009

A HISTÓRIA DO PASTOR ZAPATTA (YouTube)

História do Pastor Francisco Zapatta, de Piura (Peru)

O testemunho pessoal da nossa vida é o maior testemunho que pode haver; testemunho de fé, de obediência e de perseverança no caminho da verdade de Jesus Cristo.

Click no link, abaixo, para assistir o vídeo no YouTube.
http://www.youtube.com/watch?v=GZAEvwAXSNw&feature=player_embedded
ou assistir no blog Nostalgia Gospel Raridades:














Este vídeo que indico, aqui, é um dos mais comoventes que já vi, sobre fé em Jesus, superação das limitações físicas e abnegação de um servo de Deus e de Cristo.

Não existe nada mais valioso no mundo do que a fé do pastor Francisco Zapatta, e de todos quantos tem essa mesma fé. Nem o maior diamante da Terra tem mais valor que a fé e a abnegação (altruismo) deste homem de Deus.

Você pode ser o mais cético, o mais incrédulo; o mais zombador da Bíblia, da história de Jesus Cristo e dos crentes, mas se você assistir este vídeo e ouvir com atenção as palavras do pastor Zapatta, você será tocado de alguma forma. O Pastor Zapatta nos dá uma lição de persevarança e fé. Ao assistir este video você jamais será o mesmo.

O exemplo de fé e altruismo deste homem é um tapa na cara daqueles crentes que servem a Deus a troco de alguma coisa. Muitos são crentes em Jesus enquanto recebem aquilo que pedem; se não recebem, desviam-se dos caminhos do Senhor, ou migram para uma outra denominação religiosa, que ofereça aquilo que estão procurando, principalmente riqueza, curas, empregos melhores, carrões, mansões, etc.

É nosso dever servir a Deus Pai e Jesus incondicionalmente, sem pedir nada em troca, mesmo que não alcançemos aquilo que mais almejamos, para nossa satisfação e gozo pessoal. Jesus disse: "Aquele que peserverar até o fim, será salvo". Disse mais: "Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida". Essa perseverança, essa fidelidade é incondicional, é dever de cada um de nós. O que Cristo tem para nos oferecer na outra vida é mil vezes superior a tudo de bem e de bom que pudermos usufuir nesta vida. Tudo aqui é vaidade.

O pastor Francisco Zapatta não precisa de um milagre, de uma cura, de riquezas, .... ; precisa apenas de alguém que o ajude a sair pelos campos a pregar o evangelho.

Produção: Pastor Pontes (JUVEP).
Edição: Elio Rocha (Min. Atos & Fotos).
Diretor de Edição: Marcos André (Min. Sal da Terra).


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COMENTÁRIOS QUE TRANSCREVO DO YOUTUBE,
PRA FACILITAR A LEITURA.

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atosefotos (3 dias atrás)
O testemunho abaixo foi extraído do blogspot sobrefeemaisumpouco:
"Em outubro de 2008 o pastor Pontes esteve com um grupo da missão JUVEP aqui no Peru, por ocasião do aniversário de 6 anos da nossa igreja, e foi quando ele gravou este vídeo. É possível ouvir o choro dos seminaristas Marcão, Sayonara, Rosilda, Josefa e Celso, todos comovidos pelo testemunho do pastor."
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Dodoisinhu (3 dias atrás)
não existem palavras diante deste gigante da fé, a unica coisa q me vem é de q devemos deixar a ipocrisia de lado e nos converter verdadeiramente
pastor nelson nelson
RS
brasil
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karnaldo (3 dias atrás)
Os seres humanos possuem uma capacidade de adaptação incrível, o q dizer de Stephen Hawking, um dos maiores físicos do mundo, q possui o corpo todo paralisado e fala através de sintetizadores de voz? Ah, ele é ateu!
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bugaloomatoso (4 dias atrás)
Muito bonito o testemunho de Pastor, que mesmo nestas condições continua com sua fé inabalável em Jesus Cristo. Esse testemunho nos trás muitas lições e uma delas que quero ressaltar aqui é que não somos imunes a doenças ou qualquer tipos de problemas. Somos seres humanos como qualquer outro, porém quando aflingidos temos força, sabedoria e confiança pq Jesus está conosco.
Que Deus de nuita força para esse Pastor e sua família, e que el possa continuar firme em sua fé.
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sylasneves (4 dias atrás)
Depois de ler a galeria dos hérois da fé no livro de Hebreus; ler livros como: torturados por amor a Cristo e Martires do coliseu e assistir esse testemunho; pergunto para mim mesmo: O que tenho feito p/ Deus? Quando o filho do homem voltar achará fé na terra?
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rrtrepteyahoo (5 dias atrás)

Fica pra nós como reflexão, quem somos nós? o que temos feito? para quem temos vivido? para nós mesmo? que a partir desse vídeo possamos pedir a Deus que realmente entre em nossa vida e faça morada e que deixamos Deus agir conforme ele quer e não conforme nós queremos.
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edilsonlune (1 semana atrás)
Esse pastor é que devia estar em horário nobre na tv.
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Meujael2009 (1 semana atrás)
O pastor Zapatta falou tudo.
Assim como o Senhor disse: "Se alguém quer vir após mim a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me".
Esse versículo foi esquecido pela maioria dos cristãos de hoje.
No evangelho pregado hoje em dia, esse versículo parece que não tem espaço.
Ao virmos um testemunho desse somos restaurados de volta à simplicidade e purezas devidas a Cristo.
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prsamuelsilva (1 semana atrás)
Depois desta palavra, fico a pensar: o que diremos a Deus quando nossas obras forem julgadas no Tribunal de Cristo?
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cicerochristian2 (1 semana atrás)
Como fica a Teologia da Prosperidade aqui? Como ficam as palavras do "determine a cura!"/ "tome posse"? Como fica a confissão positiva diante de tão espetacular fato? Deus é Fiel e nos mostra quão equivocados estão os nossos ensinos... óh, Senhor, aviva a Tua obra no meio dos anos...
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larinhafernandes (1 semana atrás)
Este é o pastor Francisco Zapatta, um homem que tem impactado as nossas vidas aqui nas terras cálidas do norte peruano, através do seu testemunho de fé. Cego e tetraplégico, ele pastoreia igreja na cidade de Piura e recentemente abriu uma nova obra na serra piurana, para onde viaja amarrado numa maca em cima de uma caminhonete, para pregar e ministrar a Santa Ceia... "Depoimento coletado do blog Púlpito Cristão"
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Jabesmar (1 semana atrás)
Irmãos e irmãs, de que mais reclamaremos depois de ver este tremendo testemunho?
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BispoAdonias (1 semana atrás)
A vida deste homem é uma lição de vida para todos nós! Deus realmente usa quem Ele quer, do jeito que Ele quer, Onde Ele quer! Nosso estereotipo de servo de Deus cai por terra e novos paradigmas são gerados em nossa visão de reino e de servos diante deste fato chamado Zapatta.
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caroldoro (1 semana atrás)
Deus é maravilhoso! E louvado seja o nome do Senhor.. em toda e qualquer circustância...
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RomilCosta (1 semana atrás)
Fui lá em Piura no mês passado e tive o privilégio de conhecer este homem !!! Exemplo que compromisso com Cristo, e vergonha para nós que damos desculpas das mais variadas para não pregar o evangelho !!! Estar ao lado desse homem é algo inesplicável !!! É simplesmente sem muito esforço sentir a presença de Deus !!!
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MILANIPAULA (1 semana atrás)
o que este homens fala vem do coração, em poucos minutos sua mensagens nos edifica ,pelas dificuldades e pela vontade de falar o evangelho ele tem a certeza de quem cuida da sua viva e bem maior que sua dificuldades.... graças a Deus
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lukashi007 (1 semana atrás)
Louvado seja Deus!!!!!!!!!
Não há palavras para expressar a dimensão deste vídeo.
Em tudo dai graças....
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apfmusica (1 semana atrás)
Não tem como não se emocionar, isso nos faz pensar muito sobre a nossa vida. Estou sem palavras, pois esse vídeo fala tudo!!! DEUS seja louvado!!!
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nosillaw (1 semana atrás)
este video nada mais é do que uma confirmação na minha vida, pois meu pastor prega sobre essa palavra a qual diz (não posso) a palavra diz: TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE.
que Deus os abençoe e que continuem os usando...AMÉM.
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maykonudi (2 semanas atrás)
Meu Deus, essas palavras nos tira qualquer forma de justificar para nao cuprir aquilo que Deus determinar para nossa vida.
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dedolupi (2 semanas atrás)
isso eh que eh ministério...!!!!!!!!
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atosefotos (2 semanas atrás)
Ficamos gratos a Deus pelas bênçãos que este video tem proporcionado. Deus te abençoe, irmão.
Ministério Atos & Fotos
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larinhafernandes (2 semanas atrás)
1 CO 1:26 "...não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados.
27 Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;
28 E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são..." O Pastor Zapatta é mais uma prova viva da soberania de Deus.
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atosefotos (2 semanas atrás)
Deus te abençoe e obrigado pela mensagem.
Ministério Atos & Fotos
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betospinelli (2 semanas atrás)
O que Deus não faz? E ainda reclamamos de algo, não é o que Deus sonhou para nós. Não podemos aceitar nossas esperanças se apagarem nem nossa fé esmorecer. Que sirva de exemplo o Pr. Zapatta. A PAZ DO SENHOR AOS IRMÃOS EM CRISTO.
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atosefotos (2 semanas atrás)
Amado irmão Beto Spinelli,
Deus te abençoe e obrigado pela mensagem.
A Paz do Senhor Jesus Cristo.
Ministério Atos & Fotos.
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dinotiago (1 mês atrás)
Chorei; as vezes eu olho pra minha vida, e vejo como reclamo por nada, me sinto um miserável... Senhor tenha misericórdia de mim.
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atosefotos (1 mês atrás)
Alguém já falou: "Eu era infeliz porque não podia comprar um par de sapatos, até que encontrei alguém feliz que não tinha os pés"
Deus vai te abençoar muito, podes crer, pois DEUS É FIEL.
Obrigado dinotiago, pelo comentário.
Min. Atos e Fotos.
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hebercalle (2 meses atrás)
Necesito un telefòno para comunicarme con el Pastor Francisco Zapata o alguien de su família LLamar 014603151 preguntar por Deysi Zeta (Lima)
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ObrasMaiores (2 meses atrás)
Como Ouvirão se não há quem pregue?
É tremendo o momento em que ele diz:
"Posso estar paralítico, mas a Palavra de Deus não!
Posso estar Cego, mas a Pelavra de Deus Não!
Então não tenho tenho desculpa diante de Deus e dizer: Não Posso!"

O SINAL DA CRUZ, CATÓLICO, É O SINAL DA BESTA?

Tenho encontrado cada coisa intrigante nesta Internet!
Desta vez foi em relação ao sinal da cruz que os católicos fazem, sem saber qual a origem deste sinal.
Já tive oportunidade de ler um texto sobre a origem do sinal da cruz, mas não vou me deter neste pormenor.

O que quero trazer, aqui, é algo relacionado à expressão "SINAL DA CRUZ", escrito em Latim.
Como muitos devem saber, o número da Besta, 666, pode ser obtido através da soma das 6 primeiras letras dos algarismos romanos: I+V+X+L+C+D = 666. Ora, o antigo dialeto Latim (hoje considerado uma língua morta) era falado pelos romanos; tempos depois este dialeto deu origem às línguas latinas (espanhol, italiano, português, etc). Portanto, os algarismos romanos tem a ver com o antigo Latim.
Foi calculado também o número do nome do imperador romano, Nero César, e deu 666.
Até o título do Papa, Vigário do Filho de Deus (em latim), também deu 666.

Mas, vejam só! A expressão "Sinal da Cruz", em Latim, é escrito assim:

SIGNAL DA CRVX

Não tenho certeza se a preposição DA é escrita assim mesmo em Latim. Mas, vejamos...

Vamos pegar somente os algarismo romanos presentes na expressão e somar os valores:
I + L + D + C + V + X = 666
1 + 50 + 500 + 100 + 5 + 10 = 666

Como é feito o sinal da cruz

O sinal da cruz, católico, é feito com cinco toques, mencionando a frase "Em Nome do Pai (1), do Filho (2) e do Espírito (3) Santo (4), Amém (5). O primeiro toque, com a mão direita, é feito na testa; o segundo, na altura do ventre; depois, um toque em cada ombro; e finalmente, um toque na boca.
..................
....... 6........
...6...6...6...
..................
........6........

Três seis na horizontal e três na vertical. E o primeiro toque com a mão direita começa exatamente na testa.

O que diz no Apocalipse?

No Apocalipse está dito que o sinal ou marca da Besta será posto na mão direita ou na testa das pessoas que aderirem ao governo do anticristo.

Portanto, este sinal da cruz que a ICAR inventou parece fazer menção ao dito sinal da Besta que fala o Apocalipse.

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Esta polêmica foi levantada por uma igreja (nova seita, que não se intitula cristã), onde ensinam que o nome "JESUS CRISTO" é um nome errado dado ao Filho de Deus, e que foi a Igreja Católica que permitiu que fosse escrito assim mesmo, de forma errada. Segundo eles, o nome ORIGINAL do filho de Deus não podia ser modificado, mas apenas transliterado. Significa que o nome "JESUS", não tem nenhuma relação com o nome original em hebraico (ou aramaico) dado pelo anjo Gabriel a Maria. O nome que foi dado pelo anjo, segundo esta seita, foi YEHOSHUA. E este seria o nome verdadeiro de Jesus, e jamais deveria ser modificado, no máximo transliterado, não substituindo jamais o Y pelo J. Até mesmo o nome YESHUA, forma hebraica do nome JESUS, também está errada, segundo eles.

Nome certo: YEHOSHUA HA' MASHIACH (Jesus, o Messias)

No hebraico, a terminação SUS, do nome Jesus, significa CAVALO. E no grego, a terminação SUS, significa PORCO. Ou seja, Jesus seria o Deus-Cavalo, ou o Deus-Porco. E dizem, ainda, que SUS, em hebraico dá 6, 60, 6 (ou 666). Já as letras J e E do nome JESUS, não tem valor no alfabeto hebraico. A letra J não existe no hebraico.

Sendo assim, Jesus Cristo seria o Anticristo, ou cristo falso, mantido pela ICAR.

Já escrevi um texto onde mostro que o nome JESUS dá o valor de 666 na tabela kabalística dos esotéricos. O nome LÚCIFER também dá 666. E a expressão "Alfa e Ômega", de Apocalipse 1:8 (em grego) tem o valor de 1332, que é duas vezes 666.

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O único conselho que posso dar aos católicos é que deixem de fazer esse tal sinal da cruz.
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Sinal da cruz: o que significa?

TEXTO BEM SINTETIZADO QUE TRANSCREVO DE UM SITE.
REPARE QUE O SINAL DA CRUZ ORIGINALMENTE ERA FEITO SOMENTE NA TESTA, COM A MÃO DIREITA.

A prática de fazer o sinal da cruz é o que há de mais visível na Igreja Católica Romana, mas é também praticado pela Ortodoxa Oriental e Episcopal. A história do sinal da cruz remonta a Tertuliano, o pai da igreja primitiva que viveu entre 160 e 220 d.C. Tertuliano escreveu: “Quando nos pomos a caminhar, quando saímos e entramos, quando nos vestimos, quando nos lavamos, quando iniciamos as refeições, quando nos vamos deitar, quando nos sentamos, nessas ocasiões e em todas as nossas demais atividades, persignamo-nos a testa com o sinal da Cruz.”

Originalmente, uma pequena cruz era “desenhada” com o polegar ou dedo na própria testa. Apesar da dificuldade em se determinar exatamente quando foi feita a transição entre desenhar uma pequena cruz na testa à prática moderna de desenhar uma grande cruz desde a testa até o tórax e ombro a ombro, sabemos que esta troca ocorreu por volta do século XI d.C., quando o Livro de Orações do Rei Henry dá instrução para “marcar com a santa cruz os quatro lados do corpo”.

Os católicos encontram apoio para o sinal da cruz principalmente em seus muitos anos de tradição da igreja, e em segundo lugar, em Êxodo 17:9-14 e Apocalipse 7:3; 9:4; 14:1. Apesar das passagens falarem de um sinal na testa para proteção do julgamento de Deus, elas devem ser interpretadas à luz de seu contexto. Com base em seu contexto, não há razão para crer que qualquer um dos versos prescreva o ritual do sinal da cruz.

No século XVI, uma das principais doutrinas da Reforma Protestante era a sola scriptura, através da qual qualquer prática que não se alinhasse às Escrituras seria descartada. Os reformadores ingleses acreditavam que o uso do sinal da cruz deveria ser algo a ser decidido por cada pessoa, como estava escrito no Livro de Orações do Rei Edward VI. “...ajoelhar-se, fazer o sinal da cruz, levantar as mãos ou qualquer devoção do homem, seja observado sem culpa.” Os protestantes geralmente viam o sinal como uma tradição que não tinha qualquer fundamento nas Escrituras, ou mesmo como algo ligado à idolatria, sendo por isto abandonado pela maioria.

Apesar da Bíblia não nos instruir a que o façamos, o sinal da cruz tem seu simbolismo bíblico. O formato do sinal é um lembrete da cruz de Cristo. Historicamente, o sinal já foi visto como representativo da trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Através da fé no Senhor Jesus Cristo e Sua morte substitutiva na cruz, a salvação é estendida como um presente a toda a humanidade. A trindade é a doutrina da essencial e divina Natureza de Deus: Deus existe em três pessoas distintas. Ambas as doutrinas são base tanto para os católicos quanto para os protestantes e são certamente bem fundamentadas na Bíblia. O sinal da cruz foi, em certas épocas, associado a poderes sobrenaturais tais como expulsão do mal, demônios, etc. Este aspecto místico do sinal da cruz é completamente falso e não pode, de forma alguma, ter sustentação bíblica.

Fora o aspecto místico, fazer o sinal da cruz não é nem certo nem errado e pode ser positivo, se servir para lembrar da cruz de Cristo e/ou da trindade. Infelizmente, este não é sempre o caso, e muitas pessoas simplesmente fazem os movimentos do ritual e fazem o sinal da cruz sem saber por que o fazem. Uma análise final do sinal da cruz é que ele não é, de forma alguma, exigido dos cristãos, pois não é instruído pela Palavra de Deus.


O que mais se diz sobre o sinal da t

Uma outra fonte diz que:

A partir do século IV, a cruz tornou-se o principal ícone devocional, e o sinal da cruz foi gradualmente se difundindo na prática religiosa cristã. Também teria ganhado prestígio após a polemica sobre a natureza de Jesus, no século V. Inicialmente era feito apenas na testa. A prevalência do sinal maior, abrangendo todo corpo, teria começado no século IX, por orientação do papa Leão IV. Também conhecida como Cruz Cristã ou Crux Ordinaria (em latim).

Observe que a expressão "Crux Ordinaria" pode ser escrito "Crvx Ordinale", que, somados os algarimos romanos (latim), dá 666.

C + V + X + D + I + L = 666
100 + 5 + 10 + 500 + 1 + 50 = 666

O sinal teve origem na Babilônia?

Ainda uma outra fonte diz:

Você sabia que a prática católica romana de fazer o sinal da cruz teve sua origem na Babilônia, onde o povo fazia homenagem a Tamuz, sua figura messiânica? As pessoas demonstravam constantemente seu amor e adoração a Tamuz fazendo o sinal do " t ". Esse não foi um lance inteligente de Satanás? Ele sabia que Jesus Cristo morreria em uma cruz na forma de um " t ". Portanto, Satanás pôde transferir o sinal do " t " a Tamuz diretamente para a Igreja Católica Romana, pois as pessoas pensariam que estavam fazendo o sinal da cruz cristã. Tamuz era a falsificação babilônia de Jesus Cristo.

CONFIRA TODA A MATÉRIA SOBRE SÍMBOLOS PAGÃOS NA ICAR:
http://www.espada.eti.br/rc125.asp

Na Wikipédia

Para saber mais detalhes sobre a prática do sinal da cruz da ICAR, veja na enciclopédia livre:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinal_da_Cruz

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MEU DEUS, QUANTA CONFUSÃO!!!
NO QUE VÃO DAR ESSAS TREMENDAS REVELAÇÕES?!
PELO MENOS É MAIS UM ALERTA PARA OS CRENTES PROTESTANTES NÃO CAIR NESSA CILADA.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009

VOTAÇÃO DA LEI QUE CRIMINALIZA A HOMOFOBIA

HOJE, QUARTA-FEIRA, DIA 06/05/2009, SERÁ A VOTAÇÃO EXTRAORDINÁRIA DO PLC 122/2006, O PROJETO DE LEI A FAVOR DOS HOMOSSEXUAIS, QUE CRIMINALIZA A HOMOFOBIA

Ligue gratuitamente para os senadores do seu Estado. Ligue para 0800-612211.

Para mandar emails aos senadores, veja a lista completa dos emails deles aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/cientista-medica-escreve-aos-senadores.html

O PLC 122/06 foi incluído na votação do dia 06/05/2009, quarta-feira a partir das 11h.

Veja link da pauta:
http://legis.senado.gov.br/sil-pdf/Comissoes/Permanentes/CAS/Pautas/20090506EX013.pdf

Link de Inclusão:
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/Detalhes.asp?p_cod_mate=79604

Chegou a hora da onça beber água! Enquanto dormem o sono da indolência, os crentes da Nova Era depois acordarão perguntando o que que houve...???!!!

LEIA OS ARTIGOS SOBRE A CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA:
http://zenobiofonseca.blogspot.com/2008/01/criminalizao-da-homofobia-no-brasil-e.html
http://zenobiofonseca.blogspot.com/2008/04/crime-de-homofobia-aspectos-jurdicos.html

Veja a integra do parecer, pela aprovação ao PLC 122/06, da Senadora Fátima Cleide/ PT, no seguinte link:
http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/57153.pdf

Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

Divulgação: http://www.juliosevero.com/

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- VIGIA! VIGIA! A QUE HORAS ESTAMOS DA NOITE, Ó VIGIA?
- VEM A MANHÃ! VEM O AMANHECER! E TAMBÉM A NOITE!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

"A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE É DEMONÍACA"

Achei por bem repassar este poste, já publicado em alguns blogs, sobre a entrevista com o pastor Ronaldo Didini publicada pela Revista Cristianismo Hoje (Marcos Couto, dezembro 2008/janeiro 2009, edição 8, ano 2, páginas 56-58). Depois de reaparecer na televisão, agora ligado à Igreja Mundial do Poder de Deus, Ronaldo Didini repudia parte do que acreditou no passado.

Posto, aqui, somente uma parte da entrevista, e logo abaixo deixo o link para quem quiser ler a matéria completa.

Deixo uma pergunta no ar:

"Por que a teologia da prosperidade não funciona para os crentes pobres dos países africanos?"
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PARTE DA ENTREVISTA:

(...)

Por que o senhor critica tanto a teologia da prosperidade?

Porque ela é demoníaca. Penso que os líderes evangélicos deveriam se unir e dar um basta nesses ensinos. A teologia da prosperidade bateu no fundo do poço e já deveria haver uma conscientização de muitos líderes acerca disso. Todos que optam por esse caminho ficam satisfeitos apenas em ir bem financeiramente, não ter sofrimento de nenhum tipo. Querem ficar independentes, achando que não precisam de mais nada. Os pregadores da prosperidade não têm contato com o povo e não enxergam isso, porque são pobres, cegos, miseráveis e estão nus. O homem não tem que ditar regras a Deus e dizer a ele como e a que horas fazer o milagre. Minha crítica a essa teologia é que ela proclama aquilo que é terreno e não o que é sagrado, sobrenatural. Com o tempo, tal mensagem se desgasta e o resultado está aí. Eu fui missionário em nações muito pobres da África. Por que a teologia da prosperidade não funciona lá? Para responder essa questão, o teólogo da prosperidade não está preparado. Se não funciona lá, ela é antibíblica. Jesus falou que é mais fácil um camelo passar pelo fundo da agulha do que um rico entrar no Reino dos Céus. Ora, se a teologia da prosperidade fosse bíblica, todos seriam ricos e quase ninguém acabaria salvo. Pregar e acreditar na teologia da prosperidade é como construir um castelo na areia ou fazer um gigante com pés de barro – mais cedo ou mais tarde, tudo cairá.

Mas durante muito tempo o senhor militou em igrejas propagadoras da teologia da prosperidade... Quem mudou, suas ex-igrejas ou o senhor?

Não mudei o meu pensamento. Foi a obra do Espírito Santo que me amadureceu. Sou muito grato por tudo que recebi na Igreja Universal e na Igreja da Graça. Não tenho nada contra essas instituições e nem contra seus líderes. Minha diferença é doutrinária. Uma coisa é enxergar, e outra é mudar, se for preciso, sair do sistema, quando ele se torna mais poderoso do que a Bíblia. O catolicismo está cheio de exemplos assim. Todos os padres sabem que não é uma bula papal que pode dizer que o líder é infalível ou que Maria subiu ao céu com seu corpo. Mas o sistema Católico Apostólico Romano requer que essa doutrina seja aceita, e muitos a defendem em nome desse sistema.

O senhor não teme ser considerado ingrato por seus ex-líderes?

Como eu disse, nada tenho contra Macedo ou Soares. Tanto, que quando eu saí da Universal, foi como que se perdesse meu chão. A Iurd para mim era mais importante que qualquer outra coisa na vida; eu amava aquele ministério, dava minha vida por ele. Depois, conheci a Igreja da Graça. O missionário Soares me ajudou muito naquela época, pastoreando minha vida por dois anos. Foi um verdadeiro pai, preocupando-se com minha alma, porque eu não estava bem espiritualmente. A teologia da prosperidade me fez um mal tremendo. Continuei caindo e bati no fundo do poço quando abri a igreja lá em Portugal [a Igreja do Caminho, inaugurada por Didini em Lisboa em 2003]. Estava sozinho com minha mulher e duas malas de roupas começando uma igreja na periferia. Então, aprendi que ou dependia de Deus ou o meu ministério ia acabar. Deus me ensinou muito naqueles cinco anos, até me colocar ao lado do apóstolo Valdemiro.

O bispo Renato Suhett, que saiu atirando da Universal e até abriu uma igreja onde criticava abertamente o que chamava de “sistema religioso” montado por Edir Macedo, acaba de voltar à Iurd. O senhor já foi chamado para retornar á Universal?

Nunca fui chamado para retornar à Igreja Universal, até porque já disse publicamente que não tenho interesse em regressar. Aqui, na Mundial, é como que se eu tivesse voltado para a Iurd em que comecei nos anos 80, uma igreja viva. Creio que, se o Suhett voltou, sabe o que está fazendo. Mas eu estou em casa agora.

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Para ler a matéria completa acesse o link:

NOTICÍAS CRISTÃS: 'A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE É DEMONÍACA'

Obs: Leia, no final, os comentários dos leitores sobre o caso.

PARA LER MAIS SOBRE O DILEMA DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE, ACESSE:

Quando a Prosperidade Gospel Falha (Cristianismo Hoje)

Miquels - 28/04/2009

sábado, 18 de abril de 2009

BLOG DE MÚSICAS CRISTÃS RARAS

Acesse o site, abaixo, para ouvir músicas cristãs raras.
Marque como favorito, se você tem bom gosto pela música cristã genuína.

NOSTALGIA GOSPEL RARIDADES

http://nostalgiagospel.multiply.com/

“As músicas gospel atuais tem ofuscado a beleza das músicas antigas. Os modismos da Nova Era tem criado crentes com mentes e desejos pra lá de ruim”.

Para ouvir as músicas é preciso se cadastrar no site provedor MULTIPLY.
http://multiply.com/user/join/

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VOZ DA MENSAGEM PLAYER

http://www.vozdamensagem.com.br/louvor/louvor.php?id=93&ap=0

Este é o player do site Voz da Mensagem.

http://www.vozdamensagem.com.br/home/vozdamensagem.phpamensagem.com.br/home/vozdamensagem.php
Pode-se ouvir as músicas diretamente, sem interrupção, isto é, sem problema de buffer.A maioria dos players da internet tem problema de buffer (carregamento do arquivo de música na memória buffer, pra depois ser tocado).

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Quem sou eu

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Manaus, Amazonas, Brazil
Amazonense, músico, educador, cristão-evangélico. E-Mail para contato: miquels7@hotmail.com ; miquels007@gmail.com miquels007@hotmail.com